23 mar 2010

Bolo de fubá light com Linea Sucralose e Geleia Linea

Ingredientes:

Massa

2 xícaras (chá) rasas de fubá mimoso
2 xícaras (chá) de leite desnatado
1/2 xícara (chá) de óleo de milho
1 xícara (chá) de adoçante em pó Linea Sucralose
4 ovos
1 colher (chá) de sementes de erva-doce
1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio

1 xícara (chá) de geleia de goiaba Linea

Cobertura

1/2 xícara (chá) de leite desnatado
1/2 xícara (chá) de leite de coco light
2 colheres (chá) de amido de milho
2 colheres (sopa) de adoçante em pó Linea Sucralose
1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado

Modo de Preparo:

Massa: em uma panela antiaderente, coloque o fubá, o leite, o óleo e o adoçante Linea. Leve ao fogo e mexa até começar a engrossar. Mexa mais um pouco até obter um mingau grosso. Retire e espere amornar. Adicione as gemas, a erva-doce, o fermento e por último, as claras batidas em neve. Coloque em uma assadeira de 23 cm x 35 cm untada e polvilhada com fubá. Asse em forno médio baixo, pré-aquecido, por cerca de 40 minutos, ou até ficar firme e dourado. Retire do forno e espere amornar.

Montagem: desenforme o bolo, corte ao meio e recheie com a geléia de goiaba Linea.

Cobertura: leve ao fogo o leite, o leite de coco, o amido e o adoçante Linea. Misture até engrossar. Espere amornar e, com um pincel, cubra o bolo. Salpique o coco e sirva.

O adoçante Linea Sucralose pode ser utilizado para fins culinários, uma vez que suas moléculas são resistentes ao calor. Além disso, o sabor é muito próximo ao do açúcar comum e deixa as receitas muito mais gostosas e saudáveis.

Receita adaptada do blog: http://tassianarozon.blogspot.com/

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19 mar 2010

Sucralose versus Aspartame

A sucralose não contém calorias e não é metabolizada pelo organismo

A sucralose não contém calorias e não é metabolizada pelo organismo

Um dos adoçantes mais conhecidos e utilizados é o aspartame. Ele é derivado de uma combinação de dois aminoácidos: o ácido aspártico e a fenilalanina. Ele foi descoberto em 1965 pelo químico Jim Schlatter, da Companhia Farmacêutica G. D. Searle. Esse adoçante é cerca de 200 vezes mais doce que o açúcar. Quando digerido, o aspartame se quebra em três componentes: ácido aspártico, fenilalanina e metanol.

Essa quebra do aspartame na digestão é o grande problema. O metanol pode causar danos ao organismo, bem como a fenilalanina isolada. Para a maioria das pessoas, a fenilalanina é processada por meio de enzimas, mas pessoas portadoras de fenilcetonúria não conseguem produzir enzimas suficientes para quebrar a fenilalanina. O acumulo dessa substância no corpo pode ocasionar doenças mentais e danos cerebrais.

A sucralose, por outro lado, não é digerida, devido a sua estrutura molecular. Ela não é metabolizada pelo organismo, por conta das moléculas de cloro em sua composição. Por isso ela não tem calorias e nem restrições. Ela adoça 600 vezes mais do que o açúcar, mas entra e sai do corpo da mesma maneira, sem sofrer alterações.

As moléculas de cloro também são responsáveis pela resistência da sucralose a altas temperaturas, permitindo seu uso culinário, mesmo em pratos assados e cozidos, o que não é possível fazer com o aspartame e tantos outros adoçantes artificiais.

Fontes: Linea Sucralose, Diabete.com, HowStuffWorks, Wikipedia

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03 set 2009

A escolha certa do seu adoçante

Adocantes
Adoçantes definitivamente não são todos iguais, tal como alguns ainda acreditam. Não é só a marca que os difere, mas a estrutura molecular, processo de feitura e de fórmula. Emular doçura natural muitas vezes pode trazer um sabor amargo no paladar da sua saúde. Considerando as diversas características dos adoçantes presentes no mercado, segue abaixo um comparativo quanto às suas qualidades e limitações de uso que podem determinar a escolha do produto.

Sinal Vermelho

• Ciclamato de Sódio: produtos diet e light com esse composto químico já têm a venda proibida em países como os EUA há quase 40 anos, mas no Brasil o comércio é livre. Pesquisas feitas no exterior apontaram o surgimento de câncer de bexiga e atrofia testicular em virtude da utilização do ciclamato de sódio. Foi feito um estudo toxicológico em animais, que mostrou o uso durante a gestação causa alterações no crescimento fetal e nas células testiculares do feto, podendo acarretar até mesmo em uma esterilidade no indivíduo adulto.

Sinal Amarelo

• Aspartame: é um edulcorante que pode ser sintetizado por métodos químicos. Não deixa gosto amargo na boca. Seu valor calórico é de 4 kcal/grama, mas, devido ao seu alto poder adoçante, é necessário em pequenas quantidades, assumindo o valor calórico de  0,02 kcal/grama por unidade de doçura. Não pode ir ao forno e nem ser consumido por portadores de fenilcetonúria.

• Sacarina: é um adoçante sintético. O gosto ligeiramente amargo da sacarina se deve principalmente às impurezas provenientes da síntese clássica, que poderia ser minimizado através de novos processos. Possui um alto poder adoçante, sendo 300 vezes superior ao do açúcar. Possui alta solubilidade em água, não é carcinogênica e possui valor calórico nulo. Pode ser levado ao forno.

Sinal Verde

• Sucralose: é o único adoçante que pode ser utilizado sem restrições, inclusive por fenilcetonúricos, gestantes, crianças e diabéticos, tem estabilidade a altas temperaturas (uso culinário) e sabor igual ao açúcar.

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