Farinha de berinjela reduz riscos cardiovasculares e ajuda a emagrecer
Você gosta de berinjela? Hoje não vamos falar de berinjela com queijo, mas sim da farinha dela.
Um estudo do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) comprovou que a farinha de berinjela diminui os riscos cardíacos e ainda ajuda a emagrecer.
A pesquisa foi feita com 14 mulheres que possuem riscos cardiovasculares e circunferência da cintura aumentada. Elas foram divididas em dois grupos submetidos à reeducação alimentar. Porém um deles acrescentou duas colheres de sopa de farinha de berinjela à dieta.
O grupo que ingeriu a farinha perdeu, em média, seis quilos, enquanto o grupo o outro só três quilos.
A berinjela ainda ajudou a reduzir os níveis de colesterol total, triglicerídeos e até o ácido úrico, substância que favorece dores articulares e inflamações quando em concentrações elevadas. A pesquisa ainda mostra que a maior redução foi da gordura visceral, também conhecida como gordura invisível.
A farinha concentra mais fibra e amplia a sensação de saciedade, o que a torna mais potente que o legume in natura, o suco e o chá que são feitos com o alimento.
Mas todo cuidado é pouco, pois a berinjela estimula a formação de radicais livres, podendo levar ao envelhecimento precoce. O ideal é adicionar frutas cítricas e ricas em vitamina C no cotidiano.




Quem consome mais alimentos ricos em antioxidantes alfacaroteno pode viver mais. Isso foi o que comprovou uma pesquisa realizada pelo Centers for Disease Control and Prevention. Esses alimentos evitam doenças, problemas cardiovasculares e câncer, prevenindo a morte precoce.
A insônia é comum e atinge pessoas de todas as idades. A alimentação pode tanto prevenir os sintomas quanto ajudar no tratamento deste mal.
Em quitandas, supermercados, feiras… Lá está ela. Às vezes amarela, às vezes verde, chamadas de prata, maçã, nanica. É a banana. Uma das frutas mais consumidas do mundo e considerada uma das principais fontes de amido.
Foram entrevistados cerca de 157.463 mulheres e 39.765 homens, entre 14 a 20 anos. O grupo de Cientistas da Escola de Saúde de Harvard revela que um dos motivos para tal constatação é a produção em massa de cereais refinados, que quando se retiram as cascas dos grãos para a produção do arroz branco, consiste em um processo que envolve amido, prejudicial a saúde e potencializam a doença.
Pesquisas apresentadas durante o 
A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP, divulgou um estudo que revela que exercícios físicos isoladamente não são eficientes no combate à hipertensão. A eficácia dos exercícios só aparece quando eles são acompanhados pela perda de peso.
É isso o que diz uma pesquisa norte-americana, conduzida por um grupo comandado por Jean A. Welsh, pesquisador da Emory University, em Atlanta. O estudo foi desenvolvido com base em dados coletados de 6.113 adultos para a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição
Ontem foi publicado no Archives of Internal Medicine