07 jun 2013

Chocolate é bom demais

Por ser extremamente saboroso, o chocolate é muito consumido em todo o mundo. Os norte-americanos, por exemplo, consomem em média cinco quilos de chocolate ao ano!

Não é para menos! Além do sabor delicioso, o chocolate estimula a liberação de insulina, que dentre outras ações favorece a entrada de triptofano no cérebro e a síntese de serotonina, neurotransmissor que melhora o humor e produz sensação de bem estar.

Foi pensando em um jeito de deixar o que já era saboroso também saudável que a Linea criou seus chocolates.

Nas versões ao leite, dark (50% cacau) e branco, os produtos foram criados para serem mais uma alternativa saudável que pode ser consumida sem restrições por toda família, inclusive por portadores de diabetes. Como a maior parte do nosso portfólio, ele é adoçado com sucralose (adoçante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias).

COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL DO CHOCOLATE

O chocolate nada mais é do que um produto obtido a partir da mistura de derivados do cacau com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 25% de sólidos totais da fruta. Já o chocolate branco é obtido a partir da mistura da manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 20% de sólidos totais da manteiga de cacau.

Em geral, o chocolate apresenta em sua composição gorduras saturadas (60%), monoinsaturadas (35%) e poli-insaturadas (3%). Tem também minerais como potássio, zinco, selênio e magnésio. Um detalhe importante sobre a gordura presente no cacau é que o ácido esteárico é uma exceção dentre os ácidos graxos saturados, pois sua ingestão não aumenta o colesterol. Isto porque este ácido graxo é rapidamente convertido em ácido oleico no fígado, por meio da ação de enzimas. O ácido oleico é um ácido graxo monoinsaturado, também obtido na dieta pelo consumo de azeite e está relacionado com redução do colesterol e menor prevalência de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

Os produtos derivados do cacau possuem compostos fenólicos conhecidos como flavonoides. As concentrações de flavonoides são especialmente altas no cacau sendo que seu conteúdo antioxidante é duas vezes maior que o do vinho tinto e três vezes maior que o do chá verde.

Todos os tipos de chocolate contêm flavonoides, o que varia é sua quantidade. Enquanto o chocolate dark apresenta cerca de 30 mg em cada 100 gramas, o chocolate ao leite apresenta 14 mg e o chocolate branco, 8 mg.

CHOCOLATE E A SAÚDE

Já no século XVII, os europeus exaltavam as propriedades benéficas do cacau. Nesse tempo era presumido que este alimento era… “bom para o fígado e a digestão e deixava as pessoas felizes e fortes”.

Recomendava-se o chocolate para estimular os rins, tratar anemia, tuberculose, febre e para fortalecer o coração.

Em uma pesquisa norte-americana com quase cinco mil pessoas foi observado o efeito protetor do consumo de chocolate acima de uma vez na semana sobre a incidência de doença coronariana. Esta proteção pode estar relacionada às ações anti-hipertensivas e da melhora da função endotelial decorrentes do consumo de chocolate.

Já outro estudo de intervenção com 100 gramas de chocolate dark ao dia, foram observados bons resultados no tratamento da hipertensão, além de melhora no colesterol e na sensibilidade à insulina, mostrando que com uma ingestão calórica balanceada o chocolate pode fazer parte da alimentação saudável, trazendo benefícios à saúde cardiovascular.

Pesquisas também sugerem que os flavonoides do cacau, além da atividade antioxidante capaz de prevenir o envelhecimento precoce, previne doenças cardíacas e neurológicas. Além disso, podem diminuir a produção no organismo de mediadores inflamatórios responsáveis pelo desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, entre elas obesidade e diabetes tipo 2.

RECOMENDAÇÃO DE CONSUMO

Um grande número de evidências demonstra as vantagens do consumo de chocolate. Porém, ainda não se conhece a quantidade específica de consumo a ser recomendada como medida de saúde pública para reduzir o risco de doenças crônicas não transmissíveis.

A alimentação saudável recomendada por nutricionistas é aquela adequada quanto à oferta de energia, incluindo uma ampla variedade de frutas, hortaliças e grãos integrais. Nesse contexto, o chocolate pode ser consumido em quantidade moderada, por exemplo, 30 gramas ao dia, garantindo maior flexibilidade e sabor à dieta, ao mesmo tempo em que confere benefícios para a saúde.

Um chocolate zero açúcar oferece ainda mais vantagens, pois apresenta os benefícios do cacau, sem as calorias do açúcar!

Fotos:
2 e 3 – corbisimages.com.
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22 fev 2013

Dieta com shakes pode ser saudável?

Por que emagrecemos quando substituímos uma refeição por shake? Geralmente, uma refeição como o café da manhã ou o almoço, segundo o esquema abaixo, fornece cerca de 300 a 500 calorias. Se substituirmos esta refeição por um shake com 200 calorias, este déficit proporcionará, com certeza, redução de peso.

Mas, não podemos escolher qualquer shake. Segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), um shake para ser apto a substituir uma refeição deve fornecer:

- ENERGIA: entre 200 e 400 calorias
- PROTEINA: entre 25% e 50% do valor total deste alimento
- VITAMINAS E MINERAIS: no mínimo 33% das recomendações

O shake também deve fornecer fibras que promovem a saciedade por pelo menos três horas. Muitas pessoas substituem a refeição pelo shake, mas não respeitam a quantidade sugerida na embalagem para o preparo, então, em um intervalo pequeno a pessoa já sente fome e começa a fazer sanduíches, comer biscoitos ou iogurtes, o que eleva o valor calórico e, consequentemente, atrapalha a redução de peso.

Eles também são ótimas opções para as pessoas que chegam tarde do trabalho e têm pouco tempo para cozinhar, ou mesmo moram sozinhas e não têm intimidade com as panelas – as refeições noturnas rápidas costumam ser macarrão instantâneo, sanduiche ou pizza etc. Veja no esquema abaixo a diferença na composição destes alimentos.

Observando a tabela vemos que, muitas vezes, o valor de calorias nem é tão alto, mas a quantidade de gordura e sódio é que são prejudiciais, como 20 gramas de gordura em uma fatia de pizza – e quem para em uma fatia?! – ou 1g de sódio em um pacote de macarrão instantâneo.

Estes alimentos não são proibidos, mas não devem fazer parte da rotina diária. Outra questão importante é a quantidade e frequência do consumo. Muitas pessoas ou até crianças comem facilmente três fatias de pizza em refeições noturnas, sendo que estas deveriam ser as menos calóricas do dia.

DIETA E SAÚDE

Os shakes são opções para um período de emagrecimento, então, com o objetivo de perda de peso, a substituição deve ser de duas refeições por dia, como café da manhã e almoço – já para a manutenção do peso, a troca por uma refeição por dia basta.

Depois que o peso desejado é atingido, o shake pode ser usado para equilibrar um dia que ocorreu uma refeição muito calórica, por exemplo, quando almoçamos em uma churrascaria com excesso de gordura, sal e calorias, e o shake pode ser uma opção para o jantar deste dia.

O prato comum do hábito brasileiro: arroz, feijão, bife e salada, é uma ótima opção para o dia a dia, pois nada melhor do que a comida caseira, feita para a família, não é? Mas quando ela não está disponível, pense em outras opções, como os shakes, saudáveis e capazes de equilibrar as calorias do dia a dia!

com informações: http://www.anvisa.gov.br/legis/portarias/30_98.htm
imagens: corbis.com
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26 dez 2012

Por que os lanches da manhã e da tarde são tão importantes?

Todo mundo sabe que é importante comer a cada três ou quatro horas, mas sempre surgem as dúvidas: Por quê? O que comer? E quanto comer?

O nosso organismo guarda reservas de energia na forma de gordura (subcutânea e visceral), proteína (na forma dos músculos) e de carboidrato (no sangue, no fígado e nos músculos). Durante as nossas atividades do cotidiano e nos exercício de baixa a moderada intensidade, o organismo utiliza preferencialmente gordura como fonte de energia, com exceção do cérebro, que somente utiliza carboidrato.

Quando ficamos muitas horas sem comer ocorre, naturalmente, a queda de açúcar no sangue, o que é sinalizado por leve dor de cabeça, mudança no hálito e há liberação de cortisol – o hormônio do stress -, por isso a irritabilidade tão frequente quando estamos com fome.

Se não nos alimentarmos, a glicemia continua caindo até que começa uma quebra das proteínas musculares, que são levadas ao fígado, onde são transformadas em glicose paro o bom funcionamento do cérebro. Por isso, muitas vezes a fome passa sem que tenhamos nos alimentado.

Quando isso acontece, muitas vezes exageramos se estamos muitas horas sem comer, então, este excesso alimentar será armazenado na forma de gorduras.  Resumindo, quando comemos demais ganhamos gordura, quando comemos de menos perdemos músculo e gordura.

Para evitar a perda muscular é importante fazer pequenos lanches intermediários, o que controlará também o apetite na refeição principal.

MAS, O QUE COMER?

Isso vai depender de fatores como o valor de calorias que cada um precisa por dia e se faz atividade física ou não. Porém, de um modo geral, se for o lanche da manhã, não pode ser muito grande, para não atrapalhar o almoço. Então, uma porção de frutas, um iogurte, alguns biscoitos sem recheio ou barras de cereais já são suficientes.

Porém, se for o lanche da tarde, este pode ser um pouco maior ou até dividido em dois, caso o almoço tenha sido muito cedo e o jantar bem tarde. Prefira exagerar no lanche da tarde do que no jantar.

Opções para o lanche da tarde:

- sanduíche pequeno
- esfiha
- suco de frutas com  biscoitos
- iogurte com cereais
- frutas e iogurte
- bebida à base de soja e barra de cereal

Barrinhas de cereais são ótimas para saciar a fome

Fotos 1, 2, 3: corbis.com
Foto 4: divulgação
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03 mai 2012

Alimentação Saudável

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Nada mais comum nos dias de hoje que ouvir falar em alimentação saudável e no quanto ela pode influenciar na qualidade de vida. Mas o que vem a ser uma boa alimentação e como adotá-la no dia a dia?

Para entender bem o que é uma dieta saudável, é preciso entender as proporções básicas: 1g de carboidrato contém 4 calorias, e 1g de gordura contém 9. Isso mostra que toda atenção precisa ser dada à ingestão de açúcares e gorduras em cada refeição.

Querem exemplos? Vejam só:

- Um chá teria zero caloria sem adoçar. Ao acrescentar uma colher de sopa de açúcar, ele passa a ter 100 calorias.

- Um ovo, que poderia ter apenas 95 calorias, passa a ter 165 se frito com uma colher de sopa de óleo.

Assim ficou mais fácil perceber a importância de se reduzir o consumo de açúcar e de óleo. Pode ter açúcar e óleo mais ou menos saudável, mas aqui comparamos somente calorias.

Claro que contar calorias não é a base de uma alimentação saudável, além da quantidade, a qualidade também é muito importante, por isso não adianta eliminar os alimentos calóricos, precisamos ainda incrementar o consumo de alimentos saudáveis e protetores, e entre esses alimentos “do bem” estão os legumes, verduras e cereais integrais fontes de fibras, frutas e as sementes.

Incrementem os pratos

E nem é preciso complicar demais na hora de preparar a sua refeição, sabiam? Uma dica legal para o almoço ou jantar é nunca preparar o arroz branco “puro”, e sim incrementá-lo com legumes e outros vegetais, como brócolis, cenoura e ervilhas. O mesmo vale para as saladas, que vão ganhar muito em sabor se acrescidas de frutas como uva passa, damasco, manga e pera, entre outras.

Depois de se alimentarem bem ainda sobrou espaço para uma sobremesa? Aproveitem para acrescentar frutas também: sorvete com banana, creme de papaia, bolo de maçã, sorbet de limão. Essas são algumas das muitas opções para um docinho delicioso e sem culpa.

Querem mais dicas? Deem uma olhada no quadro abaixo:

E se quiserem variar o jantar e trocar por um sanduíche, uma sopa ou uma omelete, lembrem-se sempre: completem cerca de 50% do prato com salada e a outra metade divida entre alimentos fonte de carboidratos e proteínas, sem frituras!

Combine entre cada grupo os seus alimentos preferidos, por exemplo:

 

Imagens: www.corbis.com
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18 fev 2011

A ilusão dos grandes intervalos entre as refeições

Geralmente, após ficar horas sem comer, atacamos aqueles lanches gordurosos acompanhado de um refrigerante tamanho família. É costume optar pelos alimentos que apresentam aroma e sabor mais apetitosos, quando não nos alimentamos por muito tempo.
Todo cuidado é pouco, pois esses intervalos longos entre uma refeição e outra resultam na perda de um pouco de músculo, proteínas do sangue e de outras regiões do corpo. Além disso, ainda comprometemos a capacidade funcional do cérebro pela redução da glicemia.
A partir do momento que acostumamos o corpo com uma rotina alimentar o organismo passa por uma manutenção das funções fisiológicas, principalmente da glicemia, com a energia que temos guardadas em nosso corpo. A glicose é essencial, pois é fonte de energia para o cérebro. Somente as proteínas podem ser convertidas em glicose, as gorduras não.
Percebemos os efeitos dessa bagunça na alimentação quando colocamos um biquíni ou no momento que afetar seriamente a saúde, já que isso pode ser determinante para grandes complicações das funções fisiológicas como a hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e hipercolesterolemia.
E você, quanto tempo há de intervalo entre uma refeições e outra?

Geralmente, após ficar horas sem comer, atacamos aqueles lanches gordurosos acompanhado de um refrigerante tamanho família. É costume optar pelos alimentos que apresentam aroma e sabor mais apetitosos, quando não nos alimentamos por muito tempo.

junkfood

Lembrando que ficar horas sem comer, não emagrece. Intervalos longos entre as refeições resultam na perda de um pouco de músculo, proteínas do sangue e de outras regiões do corpo. Além disso, ainda comprometemos a capacidade funcional do cérebro pela redução da glicemia.

A partir do momento que acostumamos o corpo com uma rotina alimentar o organismo passa por uma manutenção das funções fisiológicas, principalmente da glicemia, com a energia que temos guardadas em nosso corpo. A glicose é essencial, pois é fonte de energia para o cérebro. Somente as proteínas podem ser convertidas em glicose, as gorduras não.

Percebemos os efeitos dessa bagunça na alimentação quando colocamos um biquíni ou no momento que afetar seriamente a saúde, já que isso pode ser determinante para grandes complicações das funções fisiológicas como a hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e hipercolesterolemia.

E você, quanto tempo há de intervalo entre uma refeições e outra?

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08 jun 2010

Mudanças nos hábitos alimentares devem estar aliadas ao exercício

atividade-fisicaPesquisas apresentadas durante o Congresso Americano de Medicina Esportiva, encerrado no último sábado (5 de junho), apontam para uma realidade que deve ser levada em conta por quem quem perder gordura. Diversas apresentações tiveram temas que giravam em torno da relação entre a reeducação alimentar e os exercícios físicos no processe de perda de peso e gordura. Todos mostraram que restrição alimentar sem exercícios, ou exercícios sem reeducação alimentar não são efetivos.

Um dos estudos revelou que exercícios físicos sem reeducação alimentar não é eficiente. A curto prazo, pode-se conseguir alguma perda (em cerca de um ano), mas essa gordura tende a ser readquirida após 18 meses. Isso deve-se à queda do gasto energético sofrido pelo organismo após a perda de peso. Além disso, pessoas que se exercitam criam um hábito de se recompensarem após o exercício. Algo do gênero: “Ah! Hoje posso comer esse lanche, já que corri meia hora…”

A mesma ineficiência foi identificada em estudos que acompanharam pessoas que fizeram restrição alimentar sem iniciar uma rotina de atividades físicas. Foi revelado que, diferente do que se pensa, nessas condições a tendência é ganhar gordura corporal. A restrição alimentar leva à perda de massa magra e, consequentemente, à diminuição do gasto energético. O organismo busca igualar o gasto de energia ao que é ingerido. Restringir a alimentação, portanto, restringe o gasto. Esse processo faz o acúmulo de gordura crescer.

Todas as conclusões apresentadas no congresso, se analisadas em um quadro geral, sugerem que as atividades físicas devem ser acompanhadas por uma mudança nos hábitos alimentares, a fim de conseguir a obtenção de uma perda de peso e gordura eficiente e com menor risco de recuperá-los após algum tempo.

Via: UOL

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14 mai 2010

Por que a gordura se acumula no corpo?

gordura-coporalNos tempos remotos, quando o homem vivia em cavernas e era nômade, o organismo humano desenvolveu um processo para proteger a vida. Com todas as dificuldades em conseguir alimento na natureza em certas ocasiões, quando a caça ia mal e a natureza não fornecia o necessário, o homem precisava acumular energia. Como não sabia quando teria comida disponível, o organismo armazenava toda a energia que podia para garantir a sobrevivência. Essa energia era armazenada na forma de gordura.

Quando o homem das cavernas encontrava alimento, comia muito. O organismo interpretava isso como um sinal para começar a armazenar, na expectativa de que sofreria novamente um longo período de escassez.

Esse mecanismo permanece no DNA do homem até hoje. E os alimentos que o homem consume atualmente são bem diferentes das frutas e alimentos crus com os quais o homem das cavernas estava acostumado. Agora tudo é frito, doce, industrializado…

O mecanismo de reserva, aliado ao alto teor calórico dos alimentos, facilita ainda mais o acúmulo de gordura no corpo.

E essa gordura é bastante persistente. É difícil de se perder. Isso porque ela possui uma estrutura molecular que dificulta a queima. Ela precisa de, por exemplo, 3,5 vezes mais esforço para ser queimada do que o carboidrato, outra fonte de energia.

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05 mai 2010

Vitaminado: saiba mais sobre a vitamina K

verduraA vitamina K foi descoberta por um cientista dinamarquês no ano de 1929, depois de um estudo sobre hemorragias. Descobriu-se que a falta dessa substância aumentava o risco de sangramentos e dificuldade de coagulação. A vitamina atua no processo de coagulação sanguínea, sendo fundamental na modificação de certas proteínas nesse processo.

Ela é uma substância lipossolúvel que age também na produção de osteocalcina, responsável pela fixação do cálcio nos ossos. Ela ajuda, portanto, a evitar a osteoporose.

Ela pode ser obtida na alimentação por meio do consumo de fígados e verduras. A vitamina K também é produzida no intestino humano por bactérias, por isso sua deficiência é rara, ocorrendo apenas quando há alterações na flora intestinal (principalmente em casos de uso prolongado de antibióticos), má absorção nos intestinos e problemas no fígado e com absorção de gordura pelo corpo. A deficiência causa lentidão na coagulação e hemorragias.

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03 mai 2010

O perigo dos alimentos embutidos

salameSalame, mortadela, salsicha… São aperitivos e componentes para lanches que todo mundo gosta. Mas é bom ficar bastante atento a todos os alimentos embutidos como esses.

As carnes passam por diversos processos e recebem uma série de ingredientes para conservação. Como resultado, obtem-se um produto com grandes quantidades de gorduras e sal.

E como todos sabem, gordura e sal não é nem de longe uma combinação bacana para o organismo. São altamente prejudiciais para o sistema cardiovascular, aumentando o risco de hipertensão, e ainda contribuem para o ganho de peso.

Então, melhor moderar e reduzir a ingestão dos embutidos para uma vez por semana, ou menos.

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30 abr 2010

Droga que destrói gordura deve entrar em testes em humanos ainda este ano

pesquisaUm estudo, que vem sendo conduzido desde 2002 pela brasileira Renata Pasqualini e seu marido Wadih Arap, líderes do Centro de Câncer M.D.Anderson, na Universidade do Texas, em camundongos, ratos e macacos obesos. Consiste na aplicação de uma droga desenvolvida para destruir células de gordura. Nos testes, em um período de 28 dias as cobaias perderam de 10 a 30% do peso.

Os pesquisadores já possuem permissão do FDA (Food and Drug Administration) para o teste em seres humanos. Eles só estão aguardando a data para iniciar o procedimento.

Foi informado que, apesar de o estudo estar avançado, essa droga só deve chegar ao mercado dentro de 15 a 20 anos. Ainda falta definir também, como ela será administrada, em que casos será aplicada e quais os hábitos do paciente deverão ser mudados durante o tratamento para que o peso se mantenha estável.

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