Chocolate é bom demais
Por ser extremamente saboroso, o chocolate é muito consumido em todo o mundo. Os norte-americanos, por exemplo, consomem em média cinco quilos de chocolate ao ano!
Não é para menos! Além do sabor delicioso, o chocolate estimula a liberação de insulina, que dentre outras ações favorece a entrada de triptofano no cérebro e a síntese de serotonina, neurotransmissor que melhora o humor e produz sensação de bem estar.
Foi pensando em um jeito de deixar o que já era saboroso também saudável que a Linea criou seus chocolates.
Nas versões ao leite, dark (50% cacau) e branco, os produtos foram criados para serem mais uma alternativa saudável que pode ser consumida sem restrições por toda família, inclusive por portadores de diabetes. Como a maior parte do nosso portfólio, ele é adoçado com sucralose (adoçante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias).
COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL DO CHOCOLATE
O chocolate nada mais é do que um produto obtido a partir da mistura de derivados do cacau com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 25% de sólidos totais da fruta. Já o chocolate branco é obtido a partir da mistura da manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 20% de sólidos totais da manteiga de cacau.
Em geral, o chocolate apresenta em sua composição gorduras saturadas (60%), monoinsaturadas (35%) e poli-insaturadas (3%). Tem também minerais como potássio, zinco, selênio e magnésio. Um detalhe importante sobre a gordura presente no cacau é que o ácido esteárico é uma exceção dentre os ácidos graxos saturados, pois sua ingestão não aumenta o colesterol. Isto porque este ácido graxo é rapidamente convertido em ácido oleico no fígado, por meio da ação de enzimas. O ácido oleico é um ácido graxo monoinsaturado, também obtido na dieta pelo consumo de azeite e está relacionado com redução do colesterol e menor prevalência de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.
Os produtos derivados do cacau possuem compostos fenólicos conhecidos como flavonoides. As concentrações de flavonoides são especialmente altas no cacau sendo que seu conteúdo antioxidante é duas vezes maior que o do vinho tinto e três vezes maior que o do chá verde.
Todos os tipos de chocolate contêm flavonoides, o que varia é sua quantidade. Enquanto o chocolate dark apresenta cerca de 30 mg em cada 100 gramas, o chocolate ao leite apresenta 14 mg e o chocolate branco, 8 mg.
CHOCOLATE E A SAÚDE
Já no século XVII, os europeus exaltavam as propriedades benéficas do cacau. Nesse tempo era presumido que este alimento era… “bom para o fígado e a digestão e deixava as pessoas felizes e fortes”.
Recomendava-se o chocolate para estimular os rins, tratar anemia, tuberculose, febre e para fortalecer o coração.
Em uma pesquisa norte-americana com quase cinco mil pessoas foi observado o efeito protetor do consumo de chocolate acima de uma vez na semana sobre a incidência de doença coronariana. Esta proteção pode estar relacionada às ações anti-hipertensivas e da melhora da função endotelial decorrentes do consumo de chocolate.
Já outro estudo de intervenção com 100 gramas de chocolate dark ao dia, foram observados bons resultados no tratamento da hipertensão, além de melhora no colesterol e na sensibilidade à insulina, mostrando que com uma ingestão calórica balanceada o chocolate pode fazer parte da alimentação saudável, trazendo benefícios à saúde cardiovascular.
Pesquisas também sugerem que os flavonoides do cacau, além da atividade antioxidante capaz de prevenir o envelhecimento precoce, previne doenças cardíacas e neurológicas. Além disso, podem diminuir a produção no organismo de mediadores inflamatórios responsáveis pelo desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, entre elas obesidade e diabetes tipo 2.
RECOMENDAÇÃO DE CONSUMO
Um grande número de evidências demonstra as vantagens do consumo de chocolate. Porém, ainda não se conhece a quantidade específica de consumo a ser recomendada como medida de saúde pública para reduzir o risco de doenças crônicas não transmissíveis.
A alimentação saudável recomendada por nutricionistas é aquela adequada quanto à oferta de energia, incluindo uma ampla variedade de frutas, hortaliças e grãos integrais. Nesse contexto, o chocolate pode ser consumido em quantidade moderada, por exemplo, 30 gramas ao dia, garantindo maior flexibilidade e sabor à dieta, ao mesmo tempo em que confere benefícios para a saúde.
Um chocolate zero açúcar oferece ainda mais vantagens, pois apresenta os benefícios do cacau, sem as calorias do açúcar!





















Pesquisas apresentadas durante o
Nos tempos remotos, quando o homem vivia em cavernas e era nômade, o organismo humano desenvolveu um processo para proteger a vida. Com todas as dificuldades em conseguir alimento na natureza em certas ocasiões, quando a caça ia mal e a natureza não fornecia o necessário, o homem precisava acumular energia. Como não sabia quando teria comida disponível, o organismo armazenava toda a energia que podia para garantir a sobrevivência. Essa energia era armazenada na forma de gordura.
A vitamina K foi descoberta por um cientista dinamarquês no ano de 1929, depois de um estudo sobre hemorragias. Descobriu-se que a falta dessa substância aumentava o risco de sangramentos e dificuldade de coagulação. A vitamina atua no processo de coagulação sanguínea, sendo fundamental na modificação de certas proteínas nesse processo.
Salame, mortadela, salsicha… São aperitivos e componentes para lanches que todo mundo gosta. Mas é bom ficar bastante atento a todos os alimentos embutidos como esses.
Um estudo, que vem sendo conduzido desde 2002 pela brasileira Renata Pasqualini e seu marido Wadih Arap, líderes do Centro de Câncer M.D.Anderson, na Universidade do Texas, em camundongos, ratos e macacos obesos. Consiste na aplicação de uma droga desenvolvida para destruir células de gordura. Nos testes, em um período de 28 dias as cobaias perderam de 10 a 30% do peso.