Alimentação: uma aliada da mulher
Uma alimentação diferenciada e apropriada para as mulheres pode contribuir para uma vida mais saudável. Em geral a alimentação deve ser equilibrada tanto em relação à quantidade quanto a qualidade do que se ingere.
Os alimentos que fazem parte do nosso prato no dia a dia têm a mesma propriedade para todas as pessoas. No entanto, os benefícios reais dependerão das necessidades nutricionais de cada um e de seus hábitos de vida.
Fazer dietas da moda pode trazer perdas no equilíbrio nutricional. Todos os alimentos devem fazer parte desse equilíbrio, nada deve ser deixado de fora.
No entanto existem alimentos que devem ser evitados ou ingeridos em menor proporção. Porém, essa tomada de decisão deve ser sempre indicada e acompanhada por um profissional da saúde que irá indicar os rumos da sua dieta.
ANEMIA
As mulheres têm mais tendência à anemia por conta da perda de sangue mensal na menstruação. Por isso, é preciso ficar mais atentas às fontes de ferro e ácido fólico.
Entre as fontes de ferro podemos citar: carne, fígado, feijão e folhas verdes escuras como espinafre e couve. Estas últimas tem a maior absorção do ferro quando associados a alimentos fonte de vitamina C, como limão, laranja, goiaba e morango. Uma dica de boa fonte de ferro é o suco de limão com folhas frescas de couve.
É recomendado também o consumo diário de fibras para evitar a constipação intestinal que é mais comum nas mulheres.
Também é bom evitar as comidas ricas em sódio como embutidos e salgadinhos industrializados, principalmente, para prevenir inchaços e a hipertensão. Uma possibilidade é conversar com o seu médico a respeito da substituição do sal de cozinha pelo LiteSalt, que é feito com 66% menos sódio que o sal comum.
MENOPAUSA
Devido à baixa nos níveis de estrógeno, que ocorre no período do climatério (fase que antecede o fim da menstruação), ocorre uma diminuição do colágeno que provoca a perda da elasticidade da pele e dos vasos sanguíneos.
À medida que a produção de estrógeno cai as taxas de colesterol e triglicérides no sangue tendem a aumentar, a absorção do cálcio pelos ossos fica prejudicada e aparecem os riscos para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares e osteoporose.
Tudo isso, em uma certa proporção, pode ser compensado com a alimentação.
A mulher que estiver nessa fase faz bem em redobrar os cuidados com o cardápio controlando o consumo de alimentos gordurosos, sal e açúcar e ingerindo diariamente, no mínimo, cinco porções de hortaliças e grãos. Também é importante consumir peixe duas vezes por semana de preferência sem ser frito.
Além disso, a mulher deve aumentar o consumo de alimentos fontes de cálcio como leite e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, soja e seus derivados. Incluir na dieta a ingestão de duas a três porções por dia é uma boa opção.
Uma recomendação importante é aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes e fibras que promovem a saciedade e auxilia na manutenção do peso.
Para combater as gordurinhas localizadas reduza o consumo de doces e troque o açúcar por adoçante. Evite consumir doces à noite já que este é o pior período, pois o seu organismo está reduzindo o gasto calórico. Dessa forma, as calorias do açúcar serão armazenadas na camada subcutânea da pele. Se a vontade de comer doce for maior prefira consumi-los antes de praticar atividade física.
Também é importante, ao longo do dia, tomar muita água e chás de folhas verdes como cidreira e hortelã.
Além dos cuidados com a alimentação, é importante a mulher não ter o hábito de fumar, evitar bebidas alcoólicas, praticar exercícios físicos regularmente e realizar exames médicos periódicos para o controle da glicemia, pressão arterial, níveis de colesterol e triglicérides.
No mais, não tomar nenhum medicamento ou suplemento nutricional por conta própria também é importante. E claro, fazer um acompanhamento médico e nutricional.
Se cuidem!










































